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EDNA ST. VINCENT MILLAY: MINHA VELA QUEIMA EM AMBOS OS LADOS


Edna St. Vincent Millay é mais conhecida como uma das mais respeitadas poeta americanas do século XX. Ela cunhou a célebre frase, "minha vela queima em ambos os lados." 

Poeta e dramaturga, Edna St. Vincent Millay nasceu em Rockland, Maine, em 22 de fevereiro de 1892. Sua mãe, Cora, criou as três sozinha após ter pedido a seu marido que saísse de casa em 1899. Cora incentivou as filhas a serem ambiciosas e auto-suficientes, ensinando-as a apreciar música e literatura desde a mais tenra idade. Em 1912, por insistência de sua mãe, Millay inscreveu seu poema “Renascence” (“Renascença”) num concurso: ela tirou o quarto lugar e ganhou a publicação do mesmo em The Lyric Year, trazendo-lhe imediata aceitação e garantindo-lhe também uma bolsa para Vassar College. Lá, continuou a escrever poesia e começou a envolver-se com o teatro. Também manteve relacionamentos íntimos com várias mulheres no âmbito acadêmico, incluindo a atriz inglesa Wynne Matthison. Em 1917, ano de sua formatura, Millay publicou seu primeiro livro, Renascence and Other Poems (Renascença e Outros Poemas). A requerimento do departamento de teatro de Vassar, ela também escreveu sua primeira peça em verso, The Lamp and the Bell (1921) (A Lâmpada e o Sino), um trabalho sobre o amor entre mulheres.

Após forma-se por Vassar, Millay, cujos amigos chamavam de “Vincent," mudou-se para Greenwich Village na Cidade de Nova York, onde levou uma vida boêmia. Morou num pequeno sótão e escrevia qualquer coisa desde que encontrasse um editor eu quisesse publicar. Ela e outros escritores Greenwich Village eram, segundo a própria Millay, “muito, muito pobres e muito, muito alegres.” Millay juntou-se aos Atores de Provincetown em seus primeiros dias de existência e tornou-se amiga de escritores como Witter Bynner, Edmund Wilson, Susan Glaspell e Floyd Dell, que pediu Millay em casamento. Millay, que era abertamente bissexual, recusou, apesar das tentativas de Dell, por outro lado, de convencê-la. Naquele mesmo ano, Millay publicou A Few Figs from Thistles (1920) (Uns Poucos Figos de Cardos), um volume de poesia que chamou muito atenção por suas descrições polêmicas da sexualidade feminina e do feminismo. Em 1923 seu quarto volume de poemas, The Ballad of the Harp-Weaver (a Balada do Harpista), foi agraciado com o Prêmio Pulitzer. Além de publicar trêes peças em verso, Millay escreveu também o libretto de uma das poucas grandes óperas americanas, The King’s Henchman (1927) (O Seguidor do Rei).

Millay casou-se com Eugen Boissevain, um auto-declarado feminista e viúvo de Inez Milholland, em 1923. Boissevain abandonou seus próprios afazeres para administrara carreira literária de Millay, estabelecendo as declamações e aparições públicas pelos quais Millay tornou-se totalmente famosa. Segundo os relatos da própria Millay, o casal agia feito dois solteiros, continuando “sexualmente abertos” do começo ao fim de seus vinte e seis anos de casamento.

Após a morte de seu marido de um ataque do coração em 1949, Millay sofreu a remoção de um pulmão e, por isso, ela sofreu grandemente, bebeu indiferentente e teve que ser hospitalizada. Todavia um mês depois ela estava de volta a Steepletop, onde estoicamente passou um ano solitária trabalhando num novo volume de poemas. O volume, Mine the Harvest (1954) (A Minha Colheita) foi publicado quatro anos depois de sua morte.

Edna St. Vincent Millay morreu de um ataque do coração em 19 de outubro de 1950, em sua casa em Austerlitz e foi sepultada em Steepletop. 


Perfil biográfico traduzido do site da Academy of American Poets por Dalcin Lima aos 23 de julho de 2016.
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Sobre Jus et Humanitas

Sou Dalcin Lima, advogado, tradutor e um apaixonado por Línguas e Literatura, especialmente poesia. Sou protetor de animais em geral.
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